Postado por editor em 19 de ago de 2026
Entre estradas de terra, águas cristalinas e paisagens que parecem desenhadas à mão, o Jalapão revelou ao Boa Sorte Viajante muito mais do que seus famosos cartões-postais. No episódio exibido no último domingo (16), Matheus Boa Sorte percorreu alguns dos principais atrativos da região, no Tocantins, passando pelas Dunas do Jalapão, Cachoeira da Velha, Cachoeira da Formiga, Cânion Sussuapara, Pedra Furada, Morro do Espírito Santo e pelos tradicionais fervedouros.

Fervedouro do Ceiça: um mergulho inesquecível no coração do Jalapão.
Ao longo da viagem, as histórias de quem conhece o Jalapão de perto ganharam espaço. O guia Eufrônio Barbosa explicou a formação das dunas, relembrou as dificuldades das antigas estradas e contou episódios de quando começou a percorrer a região ainda jovem. Ele também acompanhou a visita às ruínas da antiga Fazenda Triângulo, local cercado por histórias sobre um laboratório clandestino de refino de cocaína e que ficou popularmente conhecido como “fazenda de Pablo Escobar”, apesar de não existir comprovação oficial da ligação do colombiano com a propriedade.

Cachoeira da Velha: a força das águas no coração do Jalapão.
Nos fervedouros, a reportagem encontrou histórias que atravessam gerações. No Por Enquanto, Clóvis Oliveira, o Marquinhos, contou como cresceu convivendo com aquele cenário que hoje atrai visitantes de diferentes partes do país. Já no Fervedouro do Ceiça, Conceição Alves relembrou o início do turismo na propriedade e uma época em que chegar ao Jalapão era uma verdadeira aventura. O encontro ficou ainda mais especial com Pedro Batista, de 92 anos, que falou sobre a infância, as viagens a lombo de animais e os tempos em que a área do atual fervedouro também era utilizada para o plantio.
Entre um mergulho e outro, o programa também mostrou os sabores, a vegetação e o cotidiano da região, reforçando que conhecer o Jalapão é também conhecer quem construiu sua história. No encerramento, Matheus Boa Sorte destacou o impacto do crescimento do turismo e a importância de preservar não apenas as paisagens, mas também a cultura, as histórias e o jeito de receber de quem vive ali. Uma viagem marcada pela natureza, mas principalmente pelas pessoas que transformam cada parada em lembrança.